sábado, dezembro 30, 2006

 

Bufas Pinto ou Bufas da Costa?

Bufas Pinto ou Bufas da Costa? Eis a questão!
Mas caros amigos da blogoesfera para nós, pouco importa, até porque pelos sentidos que hoje nos são disponibilizados neste meio...estamos por enquanto safos!
Sim, porque não pensem que a subida dos impostos, nomeadamente a subida do preço final do tabaco vos iria safar dos estrondosos festejos do fim-de-ano! Ah...PoiZé!

quinta-feira, dezembro 21, 2006

 

O Bufas Pinto e o Dragão

Esta é a história de um homem que vivia em terras do Norte, na foz do rio de Ouro, de meia idade, com uma "lábia que dava para 14", era guarda nocturno numa faculdade de artes mágicas, o Futebolês. Mais ou menos como o Hagrid do Harry Potter. Vivia numa casinha, perto da universidade. Mas tinha um grande desgosto, o de ter sido afastado das suas funções de guarda nocturno e proibida a sua entrada na faculdade. Proibição essa, imposta pela Reitora a implacável Karolina Boquinasius, após o triste episódio promovido por Bufas Pinto. No dia em que sozinho,… fez eclodir um espectáculo de gasearia intestinal, pirotecnia de “alho porre”, Petardos de Mostarda brava, Fogo de artifício aromático, enfim…”Puns”! Bem conta quem lá esteve, que a fragrância e a atmosfera que ficou no ar, na altura, transmitia um ar pesado à escola, parecia-se até com o nevoeiro tão característico da cidade de Londres, o rio Trancão em Sacavém ao pé do nosso homem era como uma leve brisa marítima. O Bufas Pinto, nesse dia, estava mesmo em “ponto de caramelo”…(cont.) ahpoizé!

terça-feira, dezembro 19, 2006

 

«Eu, Cagolina»

Depois de algum tempo afastado da escrita na blogesfera, aqui estou eu de novo a justificar tão prolongada ausência. Na verdade, não parei de escrever, nem de ler. Apenas alterei o suporte, do digital, para o sempre, amigo, fiel e inigualável, papel!

Da escrita, já alguma coisa convosco partilhei, quanto às leituras… não podia deixar passar em branco, no calor da noite, o “gaseante” livro, “Eu, Cagolina”.

Não sendo propriamente apologista, das recorrentes teorias da conspiração que dia-a-dia inundam os mass media, tenho que pelo menos de admitir que Cagolina terá eventualmente tentado rebentar com o explosivo, Jorge Nuno Bufa do Fundo das Costas.

Mas para podermos reflectir sobre a teoria que aqui vos quero apresentar, vamos aos factos!

Diz, Cagolina Saimolhado, a propósito do seu “bufa metade”: «tendo problemas de flatulência de vez em quando descuidava-se em cerimónias oficiais, levando-me a acender, de imediato, um cigarro para disfarçar o odor».

A grande questão que se coloca e depois de lermos as suas afirmações quanto aos seus procedimento, é: acenderia Cagolina o seu cigarro, mesmo para disfarçar o odor ou então teria em mente fazer explodir o Bufa do Fundo das Costas?

Sim, porque se estivermos atentos ao que é publicado na imprensa e aos factos científicos que nos são apresentados, então não nos restam dúvidas que a hipótese de rebentar com o Bufa do Fundo das Costa, é bem credível. Senão vejamos, o que nos diz o “Notícias Magazine”, de 17 de Dezembro de 2006, na página 72, num artigo com o título de “Flatulência”:

«Cada “pum” é composto por pelo menos cinco gases: oxigénio, azoto, hidrogénio, metano e dióxido de carbono». Estão a ver a mistura…

Mas há mais, o «oxigénio, o azoto e ainda parte do dióxido de carbono são engolidos quando falamos os respiramos», ou seja para quem fala pelos cotovelos... estes gases produzem-se em massa!

Mas o problema não reside aqui, até porque «o mais extraordinário é que nenhum dos gases anteriormente mencionados cheira mal…», não estão a perceber?

Eu explico, continuando ainda a socorrer-me do artigo referido anteriormente, porque «o “malcheiroso” da história é o sulfito de hidrogénio, mas há outros: os mercaptanos e os ácidos gordos voláteis, que se formam dentro do intestino».

O que se poderá estar em causa e de acordo com o texto citado, não é o facto de a libertação desses gases se darem, mas sim o de serem “partilhados” em público. Ora bem, precisamente o que Cagolina refere! Começamos a chegar, cada vez mais perto daquilo que os ingleses afirmam como, “that´s the point”!

Sim, porque se tivermos em atenção que «uma pessoa normal tem entre 300 e 2000 centímetros cúbitos (cc) para soltar, em cada dia que passa, numa média de 500 cc – o número médio de “puns” por dia é de 10-15 mas há quem consiga ir até mais de trinta». Tal como numa auto-estrada, o limite de velocidade é de 120 km/hora, a velocidade média será de 140 km/hora, mas há os que andam a mais de 200…

Mas o que o que está na base da minha teoria, é que numa operação, quando «o cirurgião, ao operar os intestinos, corta-os com o bisturi eléctrico e PUM!, dá-se uma explosão… com algumas consequências desagradáveis».

Ora bem, se a mistura de gases intestinais é explosiva, então há que tomar em conta as recomendações que nos são apresentadas em qualquer depósito de gás, através das tabuletas, "não fumar ou fazer lume nas proximidades"!

Mas o que fazia Cagolina, quando Bufa do Fundo das Costas dava sinal de vida? Lembram-se do que ela disse, lembram-se?

Eu recordo-vos «…levando-me a acender, de imediato, um cigarro para disfarçar o odor».

E então o que vos parece? com aquele material todo explosivo? Ah…PoiZé!

 

Ajoelhou, vai ter de rezar!

É mesmo assim. A nova música do cantor JOSÉ MALHOA, tem como refrão e título “Ajoelhou vai ter de rezar”. Afinal QUIM BARREIROS até pertence à família de cantores líricos!

 

Sorria, você está na lua!

As viagens “Caganita” tem o prazer de lhes apresentar o nosso novo destino turístico, a lua!
Conheça os nossos excelentes “pogramas”, de dia completo, neste novo destino, onde sabemos que poderá desfrutar da plenitude que só a lua consegue criar. Venha com a sua família, ao verdadeiro “mundo da lua”, desfrute!
“Pacotes turísticos” para recém-casados, que até parecem “fardos” e com recepção* à chegada feita pelo nosso pessoal.
Viagem a bordo dos nossos “fuguetórios”, na companhia das nossas experientes tripulações de “astralópitecos”, é ver para crer!
Cada “turista”, terá direito a um cabaz que contem um presunto de 4 kilos aprox., 5 litros de azeite usado (queriam virgem!), 5 litros de óleo 5w40 sintético, uma cafeteira com funcionamento a gaz metano ou monóxido de carbono e um fabuloso jogo de café de 11 peças (vamos acabar com essa mania da dúzia)
Preço especial para “Grupos de gajas” e cartão “Jovem”**.
Desconto para os excursionistas que viajarem no “banco dos palermas”, o último assento das nossas naves, mesmo “pro cima” da caldeira-(turbina).
Almoço na lua nos famosíssimos, conhecidos e afamadíssimos “Restaurans” “O lisinho” ou no “Atrofiado”.
No regresso passaremos pelas Caldas da Rainha, onde poderá adquirir as últimas novidades da bonita loiça das Caldas, onde o já famoso “Canhões de Navarone”, ocupa um lugar de destaque.


O preço…………………………………………….999 “aéreos”.





No próximo verão, também voaremos para Marte.
…Caganita. O mundo e arredores, aqui tão perto.

(*)- Jogo tradicional da lua- “Binóculo quarto de hora”. (**)- Para senhoras até aos 45 anos.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

 

Porque será?

Portugal ocupa, muito frequentemente os últimos lugares, nas tabelas dos países europeus, quando se trata de sinais que mostrem o seu crescimento.
Mas nem sempre, felizmente . Saiu há pouco tempo, nos jornais diários portugueses, que ocupamos um lugar de destaque, pertencendo mesmo ao “top ten”, nessa curiosidade e quando assim é devíamos estar orgulhosos, mas desta vez, não?! Temos uma das estradas, com maior tráfego da Europa, e aí pertencemos mesmo ao "pelotão da frente", vou escrever aqui a sua designação, só para que fique o registo, porque o leitor, já sabe qual é, o IC19!…ahpoizé!
E porque será?
Será que os vários PDM (Plano Director Municipal), foram respeitados, pelos senhores construtores, aquando da construção dos respectivos imóveis, que estão localizados, ao longo destes 20 Kms, que ligam Lisboa à vila de Sintra?
Porquê que não se estabeleceram critérios de construção de uma rede viária, que satisfizesse as necessidades do elevado número de pessoas, que veio a residir ao longo deste trajecto e que necessitasse de utilizar este eixo rodoviário nas suas deslocações a Lisboa.
“Porque será!?”
Faz-me lembrar aquela frase que o antigo jogador de futebol do Sporting Clube de Portugal, Mário Jardel, tinha inscrita na “ti-shirt” que vestia por baixo do seu equipamento e que mostrava ao público, sempre que marcava um golo, lembram-se?…”Porque será?”
…Será que esta marca, também patrocinou a cerimónia de inauguração das obras de alargamento do IC-19, no museu da àgua, onde esteve o nosso primeiro-ministro na semana passada. “Porque será?…que ele foi lá?”…ahpoizé!



Nota do autor: Gostaria de referir que vivo e trabalho em Lisboa. E por isso não necessito de utilizar com frequência o referido itinerário. Mas tenho conhecimento do “pesadelo” que sentem as pessoas que têm de utilizar diariamente este trajecto, nas suas deslocações de e para o seu domicílio.

terça-feira, dezembro 05, 2006

 

O Livro do Ano! Numa banca perto de si...


 

Há guerra em Portugal

Acidentes de viação fizeram 14 mortos na semana passada.
Os acidentes de viação nas estradas de Portugal continental resultaram em 14 mortos, 40 feridos graves 713 feridos ligeiros na semana de 27 de Novembro a 3 de Dezembro, indicam os dados divulgados esta terça-feira pela Direcção-Geral de Viação ( DGV).
Desde o início do ano, a DGV contabiliza 766 mortos, 3136 feridos graves e 39.831 feridos ligeiros.
Afinal estamos aonde? No Iraque?, Atentados bombistas suicidas?…, Vamos ter atenção na estrada e comportarmo-nos como “Gente crescida”, membros de uma comunidade de pessoas evoluídas, que sabem que o país só irá crescer, quando o seu povo interiorizar que temos todos de respeitar o “Código da estrada”, entre outros códigos de conduta, para podermos, todos em conjunto ver o país evoluir. Vamos todos, mudar o rumo dos acontecimentos, e para isso ao leres este “post”, passa a palavra, até conseguirmos ver por nós próprios, menos acidentes nas estradas portuguesas, vamos todos dizer BASTA, eu sou capaz de contribuir para que esta “guerra” acabe !…ahpoizé.

domingo, dezembro 03, 2006

 

O marketing do 9

O poder que um simples número, como o “9”, consegue criar nas mais variadas campanhas publicitárias é simplesmente impressionante, este número vale ouro!
Querem ver? Eu demonstro.
Vamos ao supermercado e eis se não quando: “Hoje banana da Madeira só a 0,99€”. Como se o cêntimo que falta para o 1€, fosse o cêntimo da discórdia.
Uns expositores mais à frente e outro golpe de pura magia: “Leve dois e pague um, por apenas 3,79€”. Mas de quê? Não interessa “se eles oferecem um na compra de dois, isso não é importante, fica na dispensa e no Natal logo se vê quem irá sair na rifa, como feliz contemplado, com o achado!”.
Eu sei que o meu sócio era capaz de explicar este fenómeno, rapidamente fazendo mesmo uma palestra mas na sua ausência, explico eu.
Agora chegamos ao vestuário, estamos perdidos, com tanta promoção. “pelo preço de três (também é um número perfeito) leve quatro calções em algodão” e o preço? 4,49€ , outro número que atrai a clientela, sem levantar suspeitas.
Agora vem a área do bricolage, faça você mesmo. Grande Homem, o que “engendrou”
este princípio. Você paga para o fabricante não montar as peças, que você vai comprar. E o preço “AGORA SÓ 16,99€ mas o que é isto?… não interessa leva, que só há mais um e tu nunca sabes quando é que vais precisar disto!?”. E saímos do supermercado depressa para não cairmos em mais nenhuma armadilha…desculpem, promoção! Mas ainda dentro do centro comercial o "anjinho", desculpem mais uma vez, consumidor depara-se com a espectacular promoção de um conjunto de sofás, que estavam numa loja: “por apenas 79€/mês” e em letras minúsculas no final, dizia o seguinte: (“…se não pagar, vamos a sua casa e comemo-lhe a fruta toda!).
Na loja de electrodomésticos havia a seguinte campanha:”Tv 16/9 com klj 45, só 349€ da marca FÓNIO”, salta logo a esposa em grande alvoroço: “Podiamos cumprar o télvisor, pró carto do tó-jó!” E o que é “klj 45?”, pergunta o ignorante do marido. “…não interessa, se eles puseram ali é porque o télvisor tem e é bom”, mais nada, ah…poizé!

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